• 15/09/2020

    Bridon-Bekaert colhe os frutos de uma postura proativa diante da pandemia


    FONTE: Karen Feldman Cohen, editora do Jornal SINDIPESA            

     

    A Bridon-Bekaert Ropes Group é a principal fornecedora mundial de cabos e cabos avançados para aplicações críticas e oferece soluções para os segmentos de oil & gas, mineração, cranes, elevadores e outros setores industriais. Em 2016, dois dos maiores pioneiros em arame e cabos juntaram forças e, hoje, a Bridon-Bekaert Ropes Group possui fábricas ao redor do mundo e aproximadamente 2.500 colaboradores.

     

    Desde que a pandemia teve início, a empresa adotou diversas práticas, a fim de preservar a saúde e o bem-estar de seus colaboradores e parceiros. Foram entregues máscaras PFF2 a todos os profissionais, com trocas a cada 3/5 dias, quando o Ministério da Saúde ainda não orientava o uso de máscaras. De acordo com Saeko Suzuke, médica coordenadora do trabalho da empresa, esse foi um ponto importante que levou a empresa a ter poucos casos da doença.

     

    Além do uso de máscara, a Bridon-Bekaert implementou um critério bastante rígido para a volta do colaborador após ser diagnosticado com COVID-19. “Só é autorizado o retorno quando todos os exames derem negativo e tivermos certeza que essa pessoa não contaminará ninguém na empresa”, explica Suzuke.

     

    A empresa também implementou o home office para mais de 70% dos colaboradores administrativos, disponibilizou álcool gel em todas as áreas e produto desinfectante para higienização de ferramentas, bancadas, equipamentos de uso compartilhado, além da criação de protocolos para todas as novas normas ligadas ao COVID, bem como o treinamento delas aos colaboradores.

     

    “Adequamos o restaurante da empresa, fizemos sessões frequentes de informações ligadas ao vírus para os colaboradores da fábrica e em home office, afastamos os colaboradores do grupo de risco e suspeitos e/ou confirmados, passamos a aferir a temperatura no início de cada turno e orientamos o distanciamento de 1,5 metros em reuniões”, comenta Lucia Alves, gerente de RH.

     

    Em abril, a empresa antecipou 10 dias de férias coletivas, fazendo uso da MP 936. Além disso, suspendeu os contratos dos aprendizes, estagiários e colaboradores do grupo de risco. “Na parte financeira, não sentimos grande impacto, mas os investimentos foram reduzidos neste período”, diz Alves.

     

    Para instruir os colaboradores, a Bridon-Bekaert promoveu diálogos semanais e comunicações específicas com temas sobre o uso de máscaras e lavagem e higienização das mãos, dentro e fora da empresa, distanciamento social, colocação e retirada correta da máscara, higienização de produtos comprados, e informações sobre todos os protocolos e mudanças ocorridas por conta do COVID-19.

     

    De acordo com a executiva, essa crise é incomparável com qualquer outra, pois afetou a saúde das pessoas, o maior bem de qualquer empresa. “Tem sido um desafio bem grande atuar nesta pandemia. No início, não tínhamos conhecimento suficiente sobre como agir e, à medida que as necessidades foram sendo colocadas, fomos aprendendo. Agora, o maior prêmio é saber que o empenho de todos gerou um resultado positivo. Tivemos poucos casos confirmados”, comemora Alves.

     

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