• 11/05/2017

    7 novidades sobre decreto que pretende gerar investimentos em portos


    O objetivo é desburocratizar e flexibilizar operações, concessões e arrendamento de portos brasileiros. É o que pretende decreto assinado em 10/05 pelo presidente Michel Temer.

    1 - Otimizar processo

    O decreto pretende otimizar os processos de autorizações para investimentos em portos públicos e Terminais de Uso Privado (TUPs), simplificando processos e flexibilizando garantias, atendendo a reivindicações de empresários do setor.

    2 - Ampliação de prazos

    Ao ampliar prazos contratuais e dar liberdade para prorrogações de contratos, o novo Decreto de Regularização Portuária pretende dar mais segurança jurídica e previsibilidade à iniciativa privada, de forma a estimular investimentos no setor, em especial para a ampliação de terminais.

    3 - Investimentos

    De acordo o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintela, as medidas vão gerar R$ 25 bilhões em investimentos, segundo cálculos de sua pasta.

    4 - Tempo de concessão 

    Quintela destaca, como principais pontos do decreto, a ampliação dos prazos contratuais, o que, segundo ele, vai atrair investimentos e gerará empregos. Um dos exemplos é a ampliação do tempo de concessões e arrendamentos portuários de 25 para 35 anos, com a possibilidade de uma renovação, o que poderia totalizar 70 anos.

    5 - Desobstrução

    “Além disso, vamos desobstruir as autorizações para novos terminais. O tempo de tramitação hoje chega a 3 anos para autorizar novo investimento. Com o decreto esperamos que esse prazo caia para 180 dias”, disse o ministro.

    6 - Expansão de área 

    O decreto ainda facilita a expansão de área das TUPs sem a necessidade de novos contratos.

    7 - Antecipação de receitas

    Quintela disse que, além de regulamentar mecanismos para investimentos privados, o decreto possibilitará antecipar receitas e reequilibrar contratos. “Promoveremos competição, garantindo segurança jurídica para a celebração de contratos, de forma a ficar alinhados com as práticas modernas dos países desenvolvidos”, acrescentou Quintela.

    Jornal Cana
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